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Jornalista Paulo Schiff assume editoria política do Povo

Compromisso com a verdade. (Foto: Boqnews)

O jornal “Povo de Cubatão” dá boas-vindas ao jornalista Paulo Schiff. Ele está assumindo a Diretoria de Redação do tradicional semanário cubatense, acumulando a editoria política. Ele tem 66 anos, é engenheiro civil e jornalista, tendo trabalhado em TV, rádio, jornal impresso e atua no ramo jornalístico há mais de 30 anos.

Entre os anos de 1983 a 1986, Paulo Schiff ocupou seu único cargo público de carreira, como diretor do escritório regional de planejamento da Baixada Santista e Vale do Ribeira, durante o governo Franco Montoro. E foi candidato a prefeito de Santos em 2016, pelo PDT. Presidiu o Conselho Deliberativo do Santos FC.

O jornalista Paulo Schiff escreveu muitos textos para as colunas de esportes e de política do “Povo de Cubatão”, desde a fundação do jornal em abril de 1999. Nessa nova fase de seu relacionamento com o veículo, que mantém a divulgação dos fatos mais importantes de interesse da cidade também nas redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram), além do próprio site – www.povodecubatao.com.br – Schiff contribuirá para a inauguração de nova fase do jornalismo local e regional.

Boca do Povo – Para marcar essa nova fase, a partir do dia 16 de fevereiro, Paulo Schiff assinará a coluna “Boca do Povo”, e os interessados poderão conferir os bastidores políticos, econômicos, culturais e sociais do Município, bem como as suas conexões e consequências no presente e futuro de Cubatão.

Texto: Raul Christiano | Foto: Boqnews.

Jornal Povo tem tabela especial para anúncios de candidatos

Jornal tradicional e influente na cidade de Cubatão

Jornal tradicional e influente na cidade de Cubatão

O jornal Povo de Cubatão preparou uma tabela especial de preços para a publicação de anúncios dos candidatos a prefeito e a vereadores de Cubatão. Como é do conhecimento geral, a campanha eleitoral deste ano é mais curta e cheia de limitações. E, desde o último dia 16 de agosto, quando foram iniciadas oficialmente as campanhas, os eleitores estão com dificuldades de conhecer as ideias, as propostas e até os números dos cinco candidatos a prefeito e dos 251 candidatos a vereador em Cubatão.

A internet, com as redes sociais – o Facebook, o Instagram e o Twitter – tem sido o principal meio de divulgação, mas a maioria dos candidatos não tem usado bem e acaba provocando reações adversas dos eleitores, o principal alvo da comunicação política. Está claro também que esses candidatos não vão ter tempo de visitar todos os eleitores que precisam e, com isso, o jornal Povo de Cubatão, que é tradicional e influente no município e na região metropolitana da Baixada Santista, é o melhor caminho para conquistar eleitores.

Toda credibilidade do jornal Povo de Cubatão será emprestada ao candidato e os seus leitores, formadores de opinião, são eleitores qualificados que se preocupam em saber tudo o que acontece em Cubatão para formar o seu juízo.

Cada candidato pode publicar no máximo 10 anúncios em cada edição dos veículos de imprensa, mas com a limitação do tempo de campanha, bem como com o fato de que o jornal Povo de Cubatão circula uma vez por semana, às sextas-feiras, está mais do que na hora de os candidatos reservarem e publicarem as suas mensagens, conforme os tamanhos que seguem nessa tabela especialmente elaborada para os participantes da campanha na cidade.

O jornal Povo de Cubatão circulará no dia 26 de agosto e nos dias 2, 9, 16, 23 e 30 de setembro. Contate o Departamento Comercial através do e-mail: povoeditor@gmail.com – ou com o próprio diretor do departamento, Marcos Paulo Alves, ligando ou enviando mensagem via whatsapp para (13) 99109 7384.

Conheça as principais condições da tabela:

  • CAPA (isolado):

Tamanho 1/8 [3 colunas (14,6 cm) x 13,0 cm]

Inserção avulsa = R$ 2.500,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 2.000,00 por inserção

Rodapé [6 colunas (29,7 cm) x 6,0 cm]

Inserção avulsa = R$ 4.500,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 3.500,00 por inserção

  • PÁGINA 2 (isolado):

Tamanho 1/8 [3 colunas (14,6 cm) x 13,0 cm]

Inserção avulsa = R$ 1.300,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 1.040,00 por inserção

Rodapé [6 colunas (29,7 cm) x 6,0 cm]

Inserção avulsa = R$ 2.000,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 1.300,00 por inserção

  • PÁGINA 3 (isolado)

Tamanho 1/8 [3 colunas (14,6 cm) x 13,0 cm]

Inserção avulsa = R$ 1.700,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 1.360,00 por inserção

Rodapé [6 colunas (29,7 cm) x 6,0 cm]

Inserção avulsa = R$ 2.500,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 2.000,00 por inserção

  • PÁGINA INDETERMINADA (junto com outros anúncios)

Tamanho Santinho [1 coluna (4,6 cm) x 8,0 cm)

Inserção avulsa = R$ 250,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 200,00 por inserção

Tamanho Intermediário [2 colunas (9,6 cm) x 10,0 cm)

Inserção avulsa = R$ 450,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 360,00 por inserção

Tamanho Alternativo 1/8 [2 colunas (9,6 cm) x 19,0 cm)

Inserção avulsa = R$ 800,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 640,00 por inserção

Tamanho 1/8 [3 colunas (14,6 cm) x 13,0 cm]

Inserção avulsa = R$ 800,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 640,00 por inserção

Rodapé [6 colunas (29,7 cm) x 6,0 cm]

Inserção avulsa = R$ 1.000,00 por inserção

Pacote de 6 inserções até a eleição = R$ 800,00 por inserção

Observação (1):

Jornal tamanho standard – inteiro colorido.

Observação (2):

Jornal na internet – www.povodecubatao.com.br e nas redes sociais – Facebook e Twitter.

Observação (3):

Normas que regulamentam a Propaganda Eleitoral nos jornais:

  1. a) A propaganda eleitoral somente será permitida a partir do dia 16 de agosto e 2016;
  1. b) Da propaganda dos candidatos a Prefeito, deverá constar também o nome do candidato a Vice-Prefeito, de modo claro e legível, em tamanho não inferior a 30% (trinta por cento) no nome do titular;
  1. c) São permitidas, até a antevéspera das eleições (30 de setembro de 2016, sexta-feira), a divulgação paga, na imprensa escrita de até 10 (dez) anúncios de propaganda eleitoral, por veículo, em datas diversas, para cada candidato, no espaço máximo, por edição, de 1/8 de página de jornal padrão (Jornal Povo de Cubatão: 39 cm/colunas);
  1. d) Deverá constar no anúncio, de forma visível, o valor pago pela inserção. No caso dos anúncios no formato “Santinho”, quando houver o desconto por frequência (válido somente para pacote de 6 inserções), deverá constar a seguinte frase: “Valor desta publicação com desconto por frequência: R$ ________”.

Observação (4):

Para determinação de PÁGINA, considerar os valores das mesmas constantes nesta tabela especial de preços para as Eleições de 2016.

De acordo com a lei eleitoral – Até a antevéspera das eleições, pode haver a divulgação paga, na imprensa escrita, e a reprodução na internet do jornal impresso, de até dez anúncios de propaganda eleitoral, por veículo, em datas diversas, para cada candidato, no espaço máximo, por edição, de um oitavo de página de jornal padrão e de um quarto de página de revista ou tabloide.

O anúncio deverá trazer, de maneira visível, o valor pago pela inserção.

Está autorizada a reprodução virtual no site do próprio jornal de sua edição impressa, independentemente de seu conteúdo. No entanto, deve ser respeitado integralmente o formato gráfico e o conteúdo editorial da versão impressa.

Não será tomada como propaganda eleitoral a divulgação de opinião favorável a candidato, partido ou coligação pela imprensa escrita, desde que não seja matéria paga.

Essas orientações constam das regras para as eleições municipais de 2016, pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Greve na CURSAN completa 31 dias

Servidores da CURSAN não conseguem honrar as suas obrigações pessoais. Foto de Luiz Fernando Valentim.

Servidores da CURSAN não conseguem honrar as suas obrigações pessoais. Foto de Luiz Fernando Valentim.

Segurando faixas, bandeiras e cartazes, trabalhadores da Companhia Cubatense de Urbanização e Saneamento – CURSAN promoveram uma nova manifestação, nesta quinta-feira (11), em frente o prédio da Prefeitura de Cubatão em que se localiza o gabinete da prefeita Marcia Rosa (PT). Faz 31 dias que estão em greve contra a falta de uma solução por parte da administração municipal que ainda não pagou o salário referente ao mês de julho, bem como deixou acumular na contabilidade dos atrasos que se tornaram normais, duas cestas básicas, três vales refeições, dissídio anual e também o Gift Card (uma espécie de Cartão Servidor da autarquia), dentre outros benefícios.

Para a presidente do Sindlimpeza, Paloma dos Santos, a categoria vem buscando o diálogo com a administração municipal desde o início da greve, sem sucesso: “A resposta é sempre a mesma, voltem ao trabalho e assim que eles puderem arcarão com os atrasados. Assim fica muito fácil, não é?” – sobe o tom a líder sindical.

As manifestações continuarão, anuncia Paloma, pois “queremos ser ouvidos, e tentar sensibilizar o governo municipal, pois há trabalhadores passando necessidade em suas casas com suas respectivas famílias”, finaliza.

Trabalhadores – A reportagem do jornal ‘Povo de Cubatão’ ouviu os trabalhadores presentes e apurou que a situação deles realmente não é nada boa. “Tenho três filhos. Imagine a situação que tenho que administrar em casa. Tenho que colocar tudo no papel”, diz a funcionária Lucimar Feitosa, de 44 anos.

Já a auxiliar Sueli Gadi afirma que o caso é de estresse absoluto. “Contas, faturas, gastos, tenho uma filha de dois anos. Psicologicamente passar por isso é intolerável”.

Hospital – Na área da Saúde, o caso não é muito diferente. Há oito dias o atendimento no Hospital Municipal Doutor Luiz Camargo da Fonseca e Silva é restrito e, segundo um funcionário que não quis se identificar, além do mau funcionamento, o pagamento sempre chega atrasado aos funcionários. “Pagaram a gente na última quarta-feira, ou seja, com sete dias de atraso”, relata.

Quem perde – a cidade perde como um todo diante dessas irregularidades na relação da Prefeitura com os seus servidores e prestadores de serviços. Cubatão sofre hoje com a precariedade dos serviços públicos, que no passado eram uma referência regional.

Cubatenses protestam contra governo e prefeita pede sacrifício da comunidade

Prefeita escreveu e publicou artigo em 'A Tribuna de Santos'.

Prefeita escreveu e publicou artigo em ‘A Tribuna de Santos’.

Em artigo publicado na edição desta quinta-feira (16), do jornal “A Tribuna de Santos”, a prefeita Marcia Rosa (PT) expõe a situação da arrecadação de impostos pelo município de Cubatão, em queda “dramática” por causa da crise. E pede “a compreensão e o sacrifício de toda a comunidade”, além do empenho dos vereadores para que reduzam as suas despesas na Câmara e facilitem a criação de uma Guarda Municipal para poder acabar com o contrato com a Marvin.

Leia o texto de Marcia Rosa, na íntegra:

“Mãos dadas para enfrentar a crise de Cubatão

A administração de uma cidade tem pontos em comum com a organização de um ambiente de uma família. Tem uma arrecadação, tem despesas obrigatórias e pode ter outras aplicações de recursos decididas por prioridades. Cubatão não é diferente. Na crise, quase sempre acontece uma queda de arrecadação. Que pode ser dramática. O chefe da família perde o emprego. E pode faltar dinheiro até para as despesas obrigatórias. Esse tipo de situação exige compreensão e sacrifício de todos os componentes da família.

Ou, no caso de uma cidade, como Cubatão, de toda a comunidade. A arrecadação de Cubatão caiu dramaticamente. Comparando abril de 2015 com este último mês de abril, o quadro é esse: receita de abril/2016: ICMS, R$ 23 milhões; ISS, R$ 7,8 milhões e royalties, R$ 3,2 milhões. E abril/2015: ICMS, R$ 32 milhões; ISS, R$ 15 milhões e royalties, R$ 5 milhões. A perda em relação ao mesmo mês do ano anterior só nesses principais tributos foi de R$ 9 milhões no ICMS, R$ 7 milhões no ISS e de R$ 2,8 milhões nos royalties. Quase R$ 20 milhões.

Ao mesmo tempo, as despesas obrigatórias são essas: Caixa de Previdência, R$ 15,6 milhões; folha de pagamento, R$ 17,7 milhões; Pasep, R$ 680.000,00 e precatórios, R$ 1,2 milhão mensais (isso porque foi repactuado); duodécimo para a Câmara, R$ 3,7 milhões; cesta básica, R$ 1,2 milhões; Cartão Servidor, R$ 3,2 milhões; vale refeição, R$ 750 mil e vale transporte, R$ 360 mil. E a conta dos gastos ainda não acabou: hospital, R$ 4,4 milhões; CMT, R$ 1,5 milhão; lixo, R$ 3 milhões; segurança, R$ 2,2 milhões; pronto-socorro, R$ 1,4 milhão; CPFL, R$ 850 mil e Sabesp, R$ 350 mil.

Como fazer? Não existe um passe de mágica que faça todas essas despesas caberem num orçamento em que a relação entre receita e despesa está apresentando um déficit contínuo, como o do mês de maio, que foi superior a R$ 25 milhões. Aliás, nem passe de mágica, nem administrador, por mais capacitado que seja, resolve um descompasso dessa dimensão.

O que temos feito, junto com a equipe de Governo, enxuta e dedicada, é administrar o dia a dia da Cidade com negociações difíceis e paciência infinita. Na crise pode acontecer de um filho que perde o emprego precisar da ajuda do pai e da mãe. Voltar para casa. Na Prefeitura, também. Famílias que perdem empregos e planos de saúde passam a depender ainda mais da escola pública e dos serviços municipais de saúde. Mais prestação de serviços com menos dinheiro. A crise representa oportunidade de demonstração não só de criatividade, mas também de espírito público e de grandeza. Mas, na política, pode também fazer aflorar o oportunismo.

Você, que lê este artigo, deve ter observado que o repasse de recursos da Cidade para a Câmara é de R$ 3,7 milhões por mês, da mesma ordem de grandeza da manutenção do hospital, R$ 4,4 milhões. Hospital, aliás, bancado quase que exclusivamente pelo Município, com ajuda insignificante do Governo Estadual, que colabora decisivamente com a saúde de outros municípios da região, mas tem atitude bem diferente com Cubatão.

Faço aqui um apelo público para que os vereadores reduzam essa despesa que supera R$ 43 milhões/ano para uma Câmara com 11 vereadores, pelo menos nesse momento difícil. E que também reavaliem com cuidado a proposta de criação da Guarda Municipal, rejeitada pela Câmara e que possibilitaria uma redução significativa nos gastos do contrato com a empresa de segurança, caríssimo, de R$ 2,2 milhões por mês.

Não é hora para picuinhas políticas. É hora de todos os que amamos esta cidade darmos as mãos para enfrentarmos juntos a crise que ameaça Cubatão.”